terça-feira, 9 de novembro de 2010

Uma semana sem o seu sorriso estúpido. Sete dias sem a sua voz ridicula. 168 horas sem suas piadas sem graças.
EEEEEEEEBA, bastanta tempo sem o idiota! que tem feito meu coração martelar.
Paz, amigos. Paz!
E uma saudade desumana e insana também

segunda-feira, 1 de novembro de 2010







Você sabe dos meus medos. Dos meus sonhos e dos meus piores pesadelos. Você conhece o meu cheiro e sabe do meu sorriso. 

Você lê meus olhos quando não quero dizer nada. Você sabe muito bem o quanto eu sentiria falta se você me deixasse. Você me disse que jamais me faria mal. Você me disse que jamais mudaria comigo. E, agora, vamos fazer nossos quatro meses, nossos lindos quatro meses. Então, me diz.. Então, olha nos meus olhos e vê o quanto eles estão com medo de perder você. Coloca teus ouvidos no meu coração e escuta que as batidas dele se desasceleram, quase parando, cada vez que o medo toma conta de mim, seja o medo de algo lhe fazer mal, ou o medo de lhe perder. Presta atenção na minha respiração, vê como ela esta acelerada? É que eu estou me quebrando, antecipadamente, só com o medo de perder você. Olha, por favor, fica aqui. Por favor, não vá. Eu não sei viver num mundo onde não tenha você. Você vê, eu sei que você pode ver que eu estou quebrando. Que meu mundo está se perdendo. Meu anjo obscuro. Fique comigo. Por favor. Fique comigo. Pelo resto de meus dias.

domingo, 31 de outubro de 2010

They don't know you can't leave.


Meu fênix,

Foi desumano o que aconteceu comigo hoje, há alguns minutos atrás.
Eu saberia que te ver me deixaria mal, mas não imaginava que ver sua foto e obter noticias (ruins) suas me deixaria péssima.
Seus olhos azuis, brilhando na foto, meio avermelhados pelo flash. Seu cabelo loiro batido rente à cabeça, e a sua barba exatamente do modo como eu gosto, raspada em um cavanhaque que te deixa com um ar de cafajeste – bem que você não precisa disso para ter ar de cafajeste – com a roupa de segurança do seu novo emprego, e uma bolsa de lado. Com aquele meio sorriso no rosto que eu sempre te disse que amava, ao lado do seu pai verdadeiro, qual você sempre me falou, mas eu nunca cheguei a conhecer.
Você, tão bem arrumado na foto, nem parece aquele garoto que eu salvei das coisas ruins, que vivia com maconha no bolso. Parece estar tão bem! Isso me conforta... Mesmo assim, ainda dói, te ver em fotos parece sonhar com o impossível, sonhar sem querer sonhar... Doeu como eu pensei que não fosse doer nunca mais, me derrubou como um golpe de luta, fez meu estomago se revirar, minha cabeça girar e meu corpo tremer por inteiro, como se você estivesse ao meu lado.
Eu queria tanto poder ouvir sua voz mais uma vez. Poder olhar nos seus e dizer que tudo vai ficar bem.
Eu sinto tanta falta de cuidar de você. Sinto falta da sua risada, do seu perfume, da sua cara de mal e de quando você fazia piada de tudo. Eu sinto falta do barulho da sua moto na rua, e de você cantando sem ar do D’black pra mim, quando todos foram contra nós.
Sinto falta do seu abraço, e de no momento em que você me abraçava, sem que ninguém percebesse, sussurrava no meu ouvido que estava com saudades dos meus beijos e que sempre iria me amar.
Sinto falta de tanta coisa que se relacione a você, até dos seus surtos, eu sinto falta. De ver sua mãe toda histérica porque você queria carinho e ela não queria te dar, eu dava risada da desgraça dela, você lembra?
Sinto falta, mas isso é uma falta matadora, de quando você chegava do nada na porta de casa, mandava minha mãe me chamar, e, sem que ela notasse, cantava eu sempre vou te amar, e sorria pra mim, eu sabia que era pra mim, só eu, ela pensava que você estava cantando de bobo, porque gostava, e eu sorria de volta e você ia embora... Isso eram quase todas as manhãs, já havia virado rotina. Eu sinto falta da rotina de nós dois. Acordar as cinco e quarenta da manhã com você, e ir dormir as onze e meia, também com você. Ir para escola, voltar meio dia e te ver parado lá na esquina de casa, sorrir pra você, você sorrir pra mim, me abraçar, dizer que me ama e voltar. Eu sinto falta de toda essa rotina. De inventar histórias só pra te ver, de chorar junto com você. Eu sinto falta de tudo, de tudo o que foi nosso. E, ver sua foto, escrever isso aqui, faz com que eu desabe em lágrimas. Por sentir falta, daquilo, que não vai mais voltar. 
Só peço que se cuide, e fique bem. Assim como eu tento ficar.


Eu sei que você ainda me ama, assim como eu ainda te amo.
E eu serei, para sempre, sua garota.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Seis dias sem te ver. Quatro noites com meu namorado. Duas delas sonhei com você. What the hell is it?
Segunda feira, e eu nem falei com você, nem nada.. Porém, vi que você me olhou.. Como sempre, como desde o primeiro dia. Eu sei lá. Você é foda!
OkOk. E é um idiota também.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dezoito de fevereiro de dois mil e dez.

Hoje foi o primeiro dia de aula, foi... Interessante? É, acho que é essa a palavra certa. Lá, na nova escola, as pessoas são diferentes, mais humildes (ou mais maloqueiras, talvez seja essa a palavra certa). Lá tem muitos garotos e muitas garotas e, bom, eu me diferencio. As meninas tem todas os cabelos encaracolados e usam roupas ridiculas e curtas, e são, pelo menos a maioria delas, vagabundas. Eu.. Tenho o cabelo liso, ruivo e uso roupas escuras. Chamo a atenção, mas não por ficar gritando ou estar com as celulites de fora, e sim por ser branquissima e ter os olhos levemente esverdeados. 
Os garotos são todos do "bonde da oakley" o que não me abala em nada, bermuda, meia no tonolezo, tenis de marca e blusinha listrada (...)
Uma garota sorriu pra mim quando estavamos procurando a nossas salas, ela tem um sorriso bonito e é simpatica. Gostei dela (.....)
Gabriel. Esse nome me chamou a atenção, é um garoto meio excluido da minha sala nova, com olhos claros e uma pele branca.. Deve ter uns dezesete, dezoito anos, mas o achei bonito. 
Ah, não posso deixar de comentar, em todo lugar tem um playboy, né? Incrivel. A garota do sorriso bonito me perguntou quem houvera me chamado atenção ate aquela hora - o intervalo- e eu só tinha dito sobre o Gabriel... Quando um garoto alto, com uma blusa branca e uma calça jeans escura. Um cachecol preto e o cabelo arrepiado passou com fones GIGANTES - eu disse, g-i-g-a-n-t-e-s. - nos ouvidos, com um andar marrento e uma cara de marrento e completamente marrento, e ela disse que o achará bonito. Péssimo. Ele era até bonito, mas marrento.. Marrento.
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vinte de fevereiro de dois mil e dez.

Depois de dois dias de aula e vinte garotos terem pedido meu MSN eu beijei um hoje, sei lá, me deu vontade. (...)
O garoto marrento disse: " Eita ruiva, que beijo ein? " Ele é péssimo. Af. 


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Nove meses. Duas alianças. E eu, agora, quero beijá-lo.
secret notre. Isso é um segredo nosso. . .